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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

2ª C: Penalva do Castelo 1 - Tourizense 1


01 de Fevereiro de 2009
Parque Desportivo de Santa Ana (Penalva do Castelo)
Cerca de 250 pessoas de Assistência


Penalva do Castelo empata com candidato ao primeiro lugar!! Empate encaixa bem no futebol praticado entre ambas as equipas!!

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Portela, Rogério, Élio, Carvalhinho, Saraiva, Gamarra (capitão) (Tó-Jó - 64 minutos) (Bruno Loureiro - 71 minutos), Paulo Listra, Tomé, Belo (Sérgio Pote - 46 minutos) e Rodrigo.
Treinador: Carlos Agostinho.

Grupo Desportivo Tourizense alinhou com:
Barroca, Xico (Josi - 76 minutos), Rubén, Fábio Santos, Silvestre, André Fontes, Pedro Ribeiro (Aguinaldo - 73 minutos), Traquina, André Pires, Sílvio (capitão) e Tó-Mané.
Treinador: Zé Nando

Jogava-se a 19ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Penalva do Castelo, a equipa local, Sport Clube Penalva do Castelo, perante a equipa do Grupo Desportivo de Tourizense (equipa do concelho de Tábua), que se constitui como uma equipa candidata ao primeiro lugar, pelo futebol apresentado, não pela candidatura assumida pelos seus dirigentes.

Um pouco de forma natural, o estado do relvado não se iria encontrar nas melhores condições para a prática de futebol, dado que tinha chovido imenso durante os dias que antecederam a partida.


A equipa do Penalva queria naturalmente dar uma melhor imagem do que realizou no jogo anterior, tendo desde logo feito algumas alterações no seu conjunto, destaque para a estreia do defesa Portela (reforço de "Inverno"), frente a um conjunto (Tourizense), pelo que se tem visto, nomeadamente no jogo da primeira volta, constitui-se a equipa que prática o melhor futebol desta série, contudo neste jogo iria ter também uma dificuldade acrescida, que era o estado do terreno.
Como tem vindo a ser habitual nos jogos em casa, a equipa do Penalva entrou bastante ansiosa, permitindo espaços em demasia, faltando também alguma concentração, que foi de facto fatal logo aos 2 minutos de jogo, num livre directo à baliza de Nuno Morais, a bola é defendida pelo guarda-redes, sobrando para o oportuno Traquina (jogador que está sob observação do FC Porto), que apanha a bola "rechaçada" pela defesa, que de seguida remata forte, para o fundo da baliza de do guarda-redes penalvense (0-1).
A equipa penalvense esta a sentir dificuldades em desenvolver o seu jogo, jogando com pouca profundidade, também permitindo alguns espaços para os dianteiros do Tourizense, nomeadamente para o melhor marcador actualmente da série, Tó-Máne e a Pedro Ribeiro, que remataram com algum perigo aos 17 e 14 minutos respectivamente.
A equipa do Penalva só a partir da meia hora de jogo começou a subir mais no terreno, jogando com mais assiduidade junto da defensiva do Tourizense, criando um lance soberano para empatar, quando aos 33 minutos, na sequência de um livre, descaído da direita do ataque penalvense, com Portela a centrar para cabeça de Paulo Listra, que efectua uma excelente cabeceio, bem defendido por Barroca, que estava atento.
Aos 41 minutos, novamente de livre, ececutado da direita, desta vez cruzado por Rodrigo, para o interior da grande área, onde aparece solto de marcação, Belo, em óptima posição, a cabecear ao lado, quando se encontrava em excelente posição para marcar. Perdia-se assim uma grande ocasião, durante o melhor período da equipa penalvense na primeira parte do encontro.
O intervalo assim chegava, com vantagem para o Tourizense, que teve uma boa primeira meia hora de jogo, período onde marcou o golo, que lhe oferecia a vantagem no encontro. Quanto ao Penalva, pelas 2 oportunidades que dispôs, também poderia ter marcado.
Segunda parte começa, com Belo a ficar no balneário, por problemas físicos, entrando para o seu lugar, respectivamente, Sérgio Pote, sendo que a equipa do Penalva surgiu mais ambiciosa, criando perigo, mais frequentemente e acertando as marcações na defesa.
Assim aos 50 minutos iria surgir mais uma grande ocasião para o Penalva marcar, em que Paulo Listra abre bem para o lado esquerdo, onde aparece Rodrigo em boa posição, demorando a rematar, e quando o efectua, é alegadamente empurrado, ficando possivelmente uma grande penalidade por marcar, contudo o remate foi defendido por Barroca, que fez bem a mancha.
Aos 54 minutos, o Tourizense respondeu com algum perigo, num cruzamento para a grande área penalvense, com um cabeceamento de Pedro Ribeiro, para fora.
Aos 62 minutos, novamente o Tourizense a criar alguns calafrios para a defesa penalvense, contudo a bola após vários ressaltos nos defesas é afastada da defensiva.
Logo a seguir, na sequência de um livre a saída do meio campo penalvense, Portela cruza para a "confusão", onde vários jogadores saltam em direcção a bola, com Barroca chega mais alto, socando para a frente, onde aparece solto, Rodrigo, este remata contra Barroca novamente, a bola novamente a ficar na mercê do Penalva, onde Tomé é mais eficaz, rematando para o fundo da baliza, fazendo assim o empate, já merecido, no jogo, decorria o minuto 63.
Estava relançada a partida, contudo, talvez porque o estado do terreno ficou ainda pior, o futebol foi decaindo em termos de qualidade, não se registando mais lances que pudessem por em perigo iminente ambas as balizas.
Eram dados mais 3 minutos de compensação, terminando de seguida o encontro, em que o resultado foi certo para aquilo que se passou durante os 90 minutos. Num jogo bastante equilibrado, em que ambas as equipas não conseguiram expor o seu futebol, acabou por ser de bola parada, que os golos surgiram.
Quando a equipa Penalvense, tirando a primeira meia hora de jogo, "bateu-se" muito bem, melhorando animicamente e em termos de qualidade de jogo, que se espera que continue para os 2 e últimos próximos encontros, desta primeira 1ª fase do campeonato. Próximo encontro está marcado para dia 8 de Fevereiro de 2009, com a equipa penalvense a visitar o reduto do Monsanto (Alcanena).
Arbitragem, que viajou do distrito de Braga, um trabalho regular, contudo manchado, um pouco, pelo lance que poderia ter sido assinalado a grande penalidade a favor do Penalva, aos 50 minutos.

Árbitro de Jogo: Flávio Sousa (A. F. Braga)

Golos: Traquina (2 minutos) 0-1, Tomé (63 minutos) 1-1.

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos: Rogério (13 minutos), Belo (31 minutos), Silvestre (40 minutos), Rodrigo (50 minutos), Saraiva (67 minutos) e André Pires (69 minutos).

Outros Resultados da 19ª Jornada 2ª C - 1ª Fase:

Operário 2 - Eléctrico 0
Oliveira do Bairro 2 - Nelas 1
Pampilhosa 1 - Praiense 0
União da Serra 2 - Monsanto 0

Classificação após a 19ª Jornada 2ª C - 1ª Fase:

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

2ª C: Praiense 1 - Penalva do Castelo 0


25 de Janeiro de 2009
Estádio Municipal da Praia da Vitória (Ilha Terceira - Açores)
Cerca de 200 pessoas de Assistência


Na deslocação às ilhas dos Açores, o Penalva do Castelo cede perante adversário directo!! Vitória dos locais com golo procedido de falta!!

Jogava-se a 18ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na cidade de Praia da Vitória, a equipa local, a equipa do Sport Clube Praiense, equipa açoriana da ilha Terceira, perante os beirões, Sport Clube Penalva do Castelo.

Encontro fulcral para ambas as equipas, sem dúvida, que o Penalva do Castelo, jogava neste encontro uma "carta" importantíssima nas suas aspirações, por uma parte, devido, a este adversário ser directo nos mesmos objectivos, e por outro lado, poderia ser o distanciar sobre o mesmo adversário, neste caso directo, prevendo-se por isso, um encontro muito renhido, em que os só os 3 pontos interessavam mesmo.
Os locais, a equipa "campeã" dos reforços de Inverno, desta série, apresentava neste encontro uma equipa bastante diferente, incluindo treinador, daquela que "timidamente" defrontou o Penalva na primeira volta do campeonato (1ªfase).

Durante a primeira parte, assistiu-se a um domínio, consentido, dos donos da casa, já que os penalvenses não arriscavam muito, em grande parte devido, ao mau estado do terreno, relvado sintético, que beneficiava a equipa da casa, que melhor se adaptou a este tipo de piso, que diga-se, esteve na origem de duas lesões para os penalvenses, que se traduziram em duas substituições ao intervalo.
O nulo ao intervalo, poderia se justificar, se bem, que com domínio dos homens da casa, melhores adaptados ao piso, estando sempre mais perto da baliza ou de marcar primeiro, contudo, sem a devida eficácia ou por outro lado a boa exibição que Nuno Morais, guarda-redes penalvense, realizou.
No segundo tempo, foi a turma continental, aquela que surgiu mais afoita no ataque, à procura do golo, conseguindo remeter o adversário para o seu meio campo.
Contudo, contra a corrente de jogo naquele período, num lance de contra-ataque, a equipa da casa beneficiou de um livre directo, surgindo, na sequência da sua cobrança, Anísio a saltar juntamente com Nuno Morais, que sofreu falta, lesionando-se de seguida, sendo assistido, e ainda sendo admoestado com o cartão amarelo, por pertenço protesto - fazendo assim o único e decisivo golo da partida (1-0), passava o minuto 60 da partida.

Assim, o Praiense conseguiu uma importante vitória sobre o Penalva do Castelo, que lhe poderá dar outro fôlego na classificação, com um golo obtido em falta sobre o guarda-redes do Penalva, que o arbitro do jogo não assinalou e, ainda por cima, admoestou o guarda-redes com cartão amarelo.
Resultado que penaliza imenso o Penalva do Castelo, que assim complica a sua classificação, perdendo de uma vez por todas, a esperança, de ainda, poder discutir o almejado 6º lugar, aquele que dava a tranquilidade, em termos de manutenção, contudo não perdendo a classificação que trazia para esta partida (9º lugar).
Mais uma derrota em que o trabalho da equipa de arbitragem, teve a sua interferência.
O empate não ficaria mal, dada a segunda parte da turma penalvense, perante o oposto da primeira, que foi dominada por o Praiense.
Um trabalho negativo da equipa de arbitragem, que viajou do distrito do Porto, comandada por Hugo Pacheco, principalmente por validar o único golo do encontro, procedido de falta sobre o guarda-redes penalvense.

in Diário de Viseu (Janeiro 2009).

Próximo encontro dos penalvenses, agendado para 01 de Fevereiro de 2009, a equipa do Penalva a receber a "turma" do Tourizense.

Sport Clube Praiense alinhou com:
André, João Borges (Mikael - 80 minutos), Tiba, Edmilson, Brito, Sabugueiro, Boubacar, Queirós, Miranda, Gabriel e Anísio (Jacinto - 90 minutos).
Treinador: João Carlos.

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Mário Pedro, Rogério, Sérgio Pote, Belo (Bruno Loureiro - 67 minutos), Gamarra, Carvalhinho, Tó-Jó (André Barra - 46 minutos), Paulo Listra, Tomé e Julinho (Rodrigo - 46 minutos).
Treinador: Carlos Agostinho.

Árbitro de Jogo: Hugo Pacheco (A. F. Porto)

Golos: Anísio (60 minutos) 1-0.

Acção Disciplinar: Nuno Morais (60 minutos), Belo (62 minutos), Mário Pedro (80 minutos), Tiba (85 minutos) e Mikael (85 minutos).

Veja um resumo do jogo no Link:



Outros Resultados 2ªC - 18ª Jornada - 1ª Fase:

Nelas 0 - Pampilhosa 1
Fátima 1 - Operário 0
Tourizense 3 - União da Serra 2
Ecléctico 0 - Oliveira do Bairro 0

Folgou: Monsanto.

Classificação 2ªC após 18ª Jornada - 1ª Fase:

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

2ª C: Penalva do Castelo 1 - Nelas 0



18 de Janeiro de 2009
Parque Desportivo de Santa Ana (Penalva do Castelo)
Cerca de 400 pessoas de Assistência


Derby Regional da 2ª Divisão, dá vitória ao Penalva do Castelo!! Num jogo emotivo, os penalvenses acabaram por justificar os 3 pontos alcançados!!

Nesta 17ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Penalva do Castelo, para disputar o sempre aguardado e emotivo derby distrital da 2ª Divisão, a equipa local, Sport Clube Penalva do Castelo, perante o Sport Lisboa e Nelas, como visitante.

Um jogo que se esperava muito disputado, dado a importância do encontro para ambas as equipas, e pelo motivo extra, de se tratar de um derby regional, nesta 2ª Divisão Nacional.
As equipas apresentaram-se um pouco desfalcadas, do lado penalvense, dois jogadores castigados, não puderam dar o seu contributo, mais um jogador, que entretanto se transferiu para outra equipa, enquanto que do lado do Nelas, era um pouco incógnita quem iria jogar, dado o momento agitado que o seu plantel atravessa, inscrevendo diversos jogadores nesta altura, dado terem saído diversos jogadores que iniciaram o campeonato.

Começo de jogo, melhor para o Penalva do Castelo, que cedo assumiu as despesas de jogo, querendo naturalmente realizar melhor jogo, do que tem vindo a fazer ultimamente, nos últimos 2. Jogando preferencialmente em futebol apoiado, seguidamente, explorando a velocidade dos seus homens mais adiantados. O Nelas apresentava-se um pouco na espectactiva durante os primeiros minutos do encontro, naturalmente, com a entrada de vários jogadores novos, o entrosamento da equipa não era o melhor, criando perigo principalmente de bolas paradas, obrigando Nuno Morais a aplicar-se, num livre directo, à volta dos 20 minutos da partida. E com um futebol mais directo, explorando por diversas vezes, o homem mais avançado do Nelas, Luizinho, um jogador muito possante.
O Penalva conseguia por diversas vezes chegar com perigo à baliza de Nuno Ricardo, contudo, sem a melhor finalização, em que Paulo Listra, falhou um golo eminente, por volta da meia hora de jogo, depois de um cruzamento da esquerda, executado por Carvalhinho.
As defesas estavam a sobrepor-se aos ataques, e assim, as equipas regressam aos balneários, para o intervalo da partida, em que se resumiu a zero, para ambas as equipas. Sinal mais para o Penalva do Castelo, que apresentava um futebol mais organizado, assumindo mais as despesas de jogo, criando lances de perigo junto da baliza do Nelas, enquanto o Nelas, a jogar um futebol mais directo, estava a sentir mais dificuldades em trocar a bola, criando perigo principalmente através de bolas paradas.


Segunda parte da partida, iria começar, semelhante a primeira, com o Penalva a apresentar mais na disposição para atacar e levar de vencido este derby. O Nelas apresentou-se um pouco mais desinibido, do que a primeira parte, chegando mais vezes a grande área da defesa penalvense, contudo, sem grandes consequências.
Aos 48 minutos, assistiu-se a uma jogada de golo iminente para o Penalva, quando Sérgio Pote de cabeça, remata colocado, para uma excelente intervenção do guarda-redes do Nelas, Nuno Ricardo, que fez a defesa da tarde, depois de um livre da direita, a beneficiar o Penalva.
Respondeu o Nelas, aos 62 minutos, com a sua melhor oportunidade de todo o encontro, quando Valney aparece solto dentro da grande área, já em boa posição perante Nuno Morais, cabeceia ao lado, depois de um livre do lado esquerdo do ataque do Nelas.
O Penalva continuava a criar algumas boas situações de golo, nomeadamente aos 69 minutos, Julinho, com a sua velocidade, a ganhar posição à defesa do Nelas, descaído da direita, à saída de Nuno Ricardo, remata à figura, depois de um excelente passe do seu meio campo, para as costas da defesa. Perdia-se assim uma boa situação para inaugurar "desesperadamente" o marcador, num jogo sempre emotivo, que são os derby´s regionais, na maioria das vezes, com poucos golos.
Alguns minutos passaram, sem grandes lances de registo, em que se registaram diversas alterações nas equipas, destacando aquela, que veio decidir o jogo, a estreia de um júnior na equipa do Penalva, Dany, que aos 87 minutos, na sua primeira intervenção, iria marcar o único golo da partida, solicitado em velocidade, conseguiu ultrapassar um defesa e o guarda-redes, já descaído da esquerda, remata rasteiro, para o fundo da baliza (1-0), Era o "delírio", para os penalvenses, que viram premiados o seu esforço e o bom espírito de equipa, e assim quebraram um pouco o jejum de golos, que se verificava ultimamente e naturalmente o descontentamento dos nelenses.
Eram dados mais 4 minutos de compensação, sem nada de muito relevante a registar.
Final do encontro, uma bola a zero, a favor do Penalva do Castelo, que assim regressava as vitórias e aos 3 pontos, que sem dúvida é o mais importante nesta fase. Quanto ao Nelas, perdendo este jogo, ficou ainda numa posição mais delicada, da classificação geral.
Vitória que se aceita, do Penalva do Castelo, que teve mais ascendente e mais oportunidades no jogo, durante a totalidade do encontro. Mérito também para Carlos Agostinho, que ganhou a aposta, em colocar em campo Dany, um júnior, que acabou por decidir o encontro.
Quando ao trabalho da equipa de arbitragem, comandada por Carlos Espadinha, que viajou do distrito de Portalegre, um trabalho razoável.
Próxima jornada, marcada para 25 de Janeiro de 2009, reserva ao Nelas receber o Pampilhosa, enquanto que o Penalva do Castelo, se desloca, até ao recinto do Praiense, no arquipélago dos Açores. Assim esperamos, que melhor possível representem o distrito de Viseu.

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Mário Pedro (Dany - 84 minutos), Rogério, Sérgio Pote, Carvalhinho, Gamarra, Tomé (Bruno Loureiro - 76 minutos), Paulo Listra, - (capitão), Julinho e Rodrigo (Belo - 63 minutos).
Treinador: Carlos Agostinho

Sport Lisboa e Nelas alinhou com:
Nuno Ricardo, João Mendes, Ewerton, Kali, Wilson, Alain, Ladeira, Valney, Hernâni, Didier (Osvaldinho - 86 minutos) e Luizinho.
Treinador: João Pereira

Árbitro de Jogo: Carlos Espadinha (A. F. Portalegre)

Golos: Dany (87 minutos) 1-0.

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Gamarra (30 minutos), Carvalhinho (45 minutos), Wilson (66 minutos), Nuno Ricardo (68 minutos), Hernâni (77 minutos), Ewerton (90+1 minutos) e Belo (90+1 minutos).

Outros Resultados 2ªC - 17ª Jornada - 1ª Fase:

Oliveira do Bairro 1 - Fátima 2
União da Serra 0 - Praiense 0
Monsanto 1 - Tourizense 1
Pampilhosa 3 - Eléctrico 0

Folgou: Operário.

Classificação 2ªC após 17ª Jornada - 1ª Fase:

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

2ª C: Eléctrico Ponte Sôr 3 - Penalva do Castelo 0


11 de Janeiro de 2009
Estádio Municipal de Ponte de Sôr

Cerca de 200 pessoas de Assistência


Jogo pouco conseguído leva a derrota!! Nada correu bem para os penalvenses. Arbitragem também não esteve bem!!


Nesta 16ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na cidade de Ponte de Sôr (Alto Alentejo), a equipa local, o Eléctrico Futebol Clube, perante o Sport Clube Penalva do Castelo. Jogava-se neste jogo, tendo em conta as classificações das duas equipas, uma "cartada" muito decisiva para os penalvenses, para as "últimas" esperanças de se aproximar do grupo dos 6 primeiros, perante um adversário mais acima da classificação, de valor idêntico ao conjunto de Penalva.
Tarde amena, com o sol a espreitar.
Realce para as excelentes condições das instalações desportivas, que apresenta o Estádio Municipal de Ponte de Sôr, tanto a nível de infra-estruturas, como o relvado apresentado, que nestas condições meteorológicas verificadas nos últimos dias, estado em óptimo estado para a prática de futebol.

Começo de jogo muito quezilento, demasiadas faltas assinaladas pela equipa de arbitragem, sem se notar domínio de uma equipa sobre outra, entrando melhor o Eléctrico, mais esclarecido nas suas acções, contudo, "perdendo" logo aos 10 minutos, o seu capitão, Moreira por lesionar, mas ganhando vantagem cedo, quando aos 16 minutos, Telmo, na marcação de um livre directo, frontal a baliza de Nuno Morais, já perto da grande área, remate ligeiramente junto ao solo, a bola a embater contra um jogador do Penalva, que assim, desvia a trajectória que a bola levava, acabando por enganar Nuno Morais, que estava batido, quando se inclinou para a trajectória inicial da bola (1-0).
Respondeu o Penalva, aos 24 minutos, criando a sua primeira jogada de perigo para a baliza de Pedro Silva, com Rodrigo, através da sua velocidade, a ganhar um lance na linha de fundo, do lado esquerdo do ataque penalvense, em que cruza, com um defesa a interceptar a bola, que sobra para Gamarra, que já perto da linha da marca da grande penalidade, remata, com a bola a embater contra um defesa, perdendo-se a jogada, que poderia dar o empate na partida.
O jogo encontrava-se equilibrado, sendo que o Eléctrico, tinha um pouco de mais ascendente na partida, pertencendo novamente ao Penalva, uma boa ocasião para empatar a partida, com os mesmos protagonistas da jogada de perigo anterior, passava o minuto 34, Rodrigo cruza, da ala esquerda do ataque penalvense, para o interior da grande área do Eléctrico, encontrando Gamarra solto de marcação, a cabecear fraco, para as mãos de Pedro Silva.
Até ao intervalo,, não se iria assistir a mais nenhuma jogada iminente de golo, realce para alguns cartões amarelos mostrados pela arbitro da partida. Apito para o intervalo. Vantagem do Eléctrico por uma bola a zero, aceitando-se, já que o Eléctrico foi mais esclarecido nas suas acções, e teve um pouco de sorte na obtenção do seu golo.


Segunda parte começa, com o Penalva a entrar muito bem na partida, com algum ascendente sobre os visitados.
Aos 57, a primeira contrariedade para os penalvenses, quando procuravam chegar à igualdade, Saraiva é admoestado com o segundo cartão amarelo na partida, e o consequente vermelho, parecendo um pouco exagerado, dado a gravidade da falta que cometeu, deixando o Penalva a jogar com 10 elementos.
Apesar de jogar já com 10 elementos, o Penalva iria marcar um golo, aos 61 minutos, na sequência de um pontapé de canto, Rogério aparece solto, no interior da grande área, cabeceando para o fundo da baliza, com o arbitro da partida a assinalar falta!! Não se descortinou nenhum falta de Rogério, ainda mais, que apareceu sozinho a cabecear.
Logo na resposta, aos 63 minutos, o Eléctrico também iria criar uma boa situação de ampliar a vantagem, num contra-ataque, um jogador fica isolado, descaído para a direita, depois de um corte defeituoso de Élio, rematando fraco, para boa oposição de Nuno Morais, que adivinha a direcção do remate. Este lance iria ser o termino da melhor fase do Penalva no jogo, quando aos 65 minutos iria sofrer mais uma contrariedade, quando um jogador atacante do Eléctrico consegue ficar isolado em posição frontal à baliza do Penalva, já dentro da grande área, é puxado por Élio, que assim interrompeu em falta, a acção ofensiva de um jogador do Eléctrico. Grande penalidade assinalada, e vermelho directo exibido a Élio, que assim deixava o Penalva a jogar com 9 elementos. Na respectiva grande penalidade, Edgar, com um remate colocado, aumenta a vantagem do Eléctrico para 2-0, passava o minuto 66 da partida.
O Penalva passou então a jogar já reduzido a 9 elementos, e logo sem os 2 centrais que começaram a partida, passando então a jogar com poucas esperanças em chegar ao golo, perdendo o jogo, interesse na discussão do resultado, já que o Penalva teria dificuldades redobradas em chegar a baliza de Pedro Silva.
Naturalmente o Eléctrico iria jogar com mais espaço, conseguindo mais uma boa oportunidade de marcar novamente, quando aos 72 minutos, Mário Leitão solto e em boa posição dentro da grande área, remata fraco para as mãos de Nuno Morais, depois de um cruzamento da esquerda do seu ataque.
Alguns minutos passados, sem que o Penalva conseguísse chegar com perigo a baliza do Eléctrico, o Eléctrico iria novamente marcar e fazer o resultado final, aos 84 minutos, Cláudio aproveita uma bola mal aliviada por Beaud, driblando um defesa do Penalva e já frente a Nuno Morais, já um pouco à queima, remata com força, "fuzilando"o guarda-redes do Penalva, para o 3-0 e fazendo assim o resultado final.
Até ao final da partida, não se registou mais jogadas de relevância, com o Penalva naturalmente a desejar o final do encontro rapidamente, já que, a jogar com 2 jogadores a menos, era quase tarefa impossível discutir o jogo.
Eram dados mais 4 minutos de compensação, e apito final do encontro.
Resultado final a cifrar-se em 3 bolas a zero a favor do Eléctrico, que assim regressou as vitorias, enquanto que o Penalva continua em maré baixa de resultados, restando-lhe muito poucas hipóteses de discutir o 6º lugar na classificação. Vitória que se aceita do Eléctrico, que foi mais esclarecido em campo e que teve alguma sorte do jogo.
O Penalva perde o jogo frente a uma equipa que estava ao seu alcance, não realizando um jogo muito conseguído, até criou algumas situações de golo, até marcou um, que foi anulado, sem se descortinar bem a sua razão, no seu melhor período de jogo, que quem sabe, poderia ter dado outro desfecho na partida.
Próxima jornada realiza-se o sempre aguardado dérbi distrital da 2ª divisão, a equipa do Penalva recebe o Nelas, agendado para o dia 18 de Janeiro de 2009.
Quando ao trabalho da equipa de arbitragem, que viajou do distrito de Setúbal, uma classificação irregular, já que poderia, quem sabe, ter influenciado o resultado da partida, ao anular um golo ao Penalva, que era o do empate, sem se saber muito bem porquê, já que não se descortinou falta que fosse para invalidar o golo. No geral, interrompendo demasiado a partida. Depois de uma semana, em que o treinador do Eléctrico se queixou publicamente das arbitragens contra a sua equipa.

Eléctrico Futebol Clube alinhou com:
Pedro Silva, Miguel Fernandes, Edgar, Moreira (capitão) (David Maside - 10 minutos), João Neves, Galacho (Respicio - 67 minutos), Cristiano, Ibraime, Telmo, Mário Leitão e China (Cláudio - 82 minutos).
Treinador: Francisco Barão

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Rogério, Élio, Saraiva, Mário Pedro (Belo - 46 minutos), Beaud, Gamarra (Tomé - 79 minutos), Tó-Jó (capitão), Paulo Listra, Julinho e Rodrigo (Sérgio Pote - 67 minutos).
Treinador: Carlos Agostinho

Árbitro de Jogo: André Narciso (A. F. Setúbal)

Golos: Telmo (16 minutos) 1-0; Edgar (66 minutos) 2-0; Cláudio (84 minutos) 3-0.

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Élio (15 minutos), Mário Pedro (28 minutos), Saraiva (38 e 57 minutos), João Neves (43 minutos), Edgar (63 minutos), Gamarra (75 minutos) e Cláudio (84 minutos).
Cartões Vermelhos - Saraiva por acumulação (57 minutos) e Élio (65 minutos).

Restantes resultados 16ª Jornada:

Fátima 3 - Pampilhosa 1
Operário 1 - Oliveira do Bairro 3
Nelas 0 - União da Serra 3
Praiense 2 - Monsanto 2

Folgou: Tourizense.

Classificação após a 16ª Jornada:

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

2ª C: Penalva do Castelo 0 - Fátima 3



04 de Janeiro de 2009
Parque Desportivo de Santa Ana (Penalva do Castelo)

Cerca de 350 pessoas de Assistência


Resultado demasiado pesado!! Penalva não consegue pontuar em casa!! 6º lugar já muito difícel de alcançar!!

Nesta 15ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Penalva do Castelo, a equipa local, Sport Clube Penalva do Castelo, perante o Centro Desportivo de Fátima, uma das principais candidatas ao primeiro lugar desta série.

Começa o jogo, naturalmente com algumas cautelas de ambas as partes, com ascendente da equipa do Penalva, que queria neste jogo sacudir a pressão de não conseguir à alguns jogos para cá, conquistar os 3 pontos num jogo, nomeadamente em casa, onde não tem sido feliz ultimamente, entrou com uma postura mais atacante, para cedo controlar o jogo, enquanto que o Fátima entrou no jogo, um pouco na expectativa, não arriscando muito nos momentos iniciais, jogando de uma maneira preferencial contra-atacante.
Não foi preciso esperar muito tempo para a "lição" que o Fátima trazia, dar resultado, quando aos 10 minutos Miguel Neves fazer o golo inaugural da partida, na primeira vez que chegava a baliza de Nuno Oliveira com perigo (0-1).
Seguidamente o Penalva iria tentar responder, só que a sua postura em campo, estava a permitir que os rápidos homens do Fátima aparecessem com espaço, nos seus lances atacantes, e não foi preciso esperar muito tempo, para se assistir inesperadamente ao segundo golo do Fátima, precisamente passados 3 minutos do primeiro, aos 13, Bruno Matias consegue ficar isolado num rápido contra-ataque, perante a saída de Nuno Oliveira, desviou sem dificuldade para o fundo da baliza, para desespero de Carlos Agostinho, que naturalmente esperava uma resposta dos seus "pupilos" ao primeiro golo sofrido (0-2).
O Penalva conseguía criar lances ofensivos, que levassem perigo a baliza de Néné, só que na hora da finalização falhava, precisamente dispôs de boas boas situações, a mais flagrante, perdida por Tó-Jó, quando estava já bem posicionado perante Néné.
O Fátima sem arriscar muito, e nas poucas vezes que chegava a área defensiva do Penalva, criava imenso perigo, e foi com alguma sorte e infelicidade de Rogério, defesa do Penalva, que iria dilatar a sua vantagem, quando aos 33 minutos, Rogério desvia a trajectória de um cruzamento para a sua própria baliza (0-3).
Um resultado que era já muito pesado e previsivelmente difícel de inverter, dado a qualidade desta equipa do Fátima e o desacerto dos homens mais avançados do Penalva.
O intervalo iria chegar, com vantagem para a equipa visitante, que não falhou nas oportunidades que dispôs durante os primeiros 45 minutos, perante uma equipa do Penalva perdularia e permeável na defesa. Existe mérito para esta vantagem ao intervalo, mas por números exagerados.
Segunda parte começa, com 2 alterações de registar, por parte da equipa penalvense, naturalmente Carlos Agostinho, não contente e ainda com a esperança de mudar o rumo da partida, faz 2 mudanças na sua equipa, uma delas uma estreia nesta equipa do Penalva, Julinho, reforço de "Inverno" da equipa penalvense.
O Penalva entra com ascendente na segunda parte, naturalmente, tentando ainda mudar o rumo dos acontecimentos, com Paulo Listra aos 48 minutos, a rematar de longe, descaído da direita, com pouco perigo para a baliza de Néné. O Fátima com um postura tranquila na partida, iria certamente tentar gerir o marcador da partida.
Aos 62 minutos, Julinho mostra serviço, quando num trabalho individual pela ala direita do ataque penalvense, quando se encontrava já perto da grande área da defensiva do Fátima, remata forte, com a bola a sair ligeiramente ao lado da baliza à guarda de Néné.
A partir daqui o jogo começou a "morrer" lentamente, já com o desacreditar da equipa penalvense em busca da igualdade ou um resultado positivo, e por outro lado da postura da equipa do Fátima que se limitava a controlar as investidas do Penalva, jogando maioritariamente em contra-ataque, não se registando portanto lances de registo, excepto a ordem de expulsão e a consequente inferioridade numérica para a equipa do Fátima, quando aos 68 minutos João Fonseca recebe o segundo amarelo, e o consequente vermelho.
Eram dados 4 minutos de compensação, sem mais lances de importante registo.
Termina a partida, com a natural satisfação do Fátima, que "rouba" 3 pontos, que bem faziam jeito a equipa do Penalva, na sua própria casa.
Naturalmente um resultado pesado (0-3) para a equipa do Penalva, que em jogo jogado não foi inferior à equipa do Fátima, só que não marcando nas oportunidades por si criadas, arisca-se a perder o jogo, o que se sucedeu, já que o Fátima, que conta com jogadores emprestados pela equipa do Sporting e de boa qualidade, não perdoou.
Resultado que se aceita, mas por números exagerados, mas o que conta são os golos, fica para a história a vitória por três bolas a zero a favor do Fátima, que assim somou mais 3 pontos, perfazendo 26, enquanto que o Penalva não efectuando um jogo muito conseguído, acaba uma vez mais por perder pontos em casa, ficando com os 11 pontos que tinha até a realização desta partida, consequentemente mais afastamento dos 6 primeiros classificados.
Quando ao trabalho da equipa de arbitragem que viajou do distrito do Porto, chefiada por Raul Valega, um trabalho positivo, em nada a comprometer.
Próxima jornada, a realizar no dia 11 de Janeiro, a equipa do Penalva vai-se deslocar até ao recinto do Eléctrico, equipa de Ponte de Sôr, certamente, os votos de um bom jogo!!

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Oliveira, Rogério, Saraiva, Sérgio Pote (Bruno Loureiro - 77 minutos), Belo (Mário Pedro - 46 minutos), Gamarra, André Barra (Julinho - 46 minutos), Tomé, Paulo Listra, Tojó (capitão) e Rodrigo.
Treinador: Carlos Agostinho

Centro Desportivo de Fátima alinhou com:
Nené, Índio, Samuel (capitão), Veríssimo, Duarte Machado, João Fonseca, Miguel Neves (André Santos - 81 minutos), Serginho, Vasco Varão, Heldon (Neto - 87 minutos) e Bruno Matias (Miguel Xavier - 66 minutos).
Treinador: Rui Vitória

Árbitro de Jogo: Raul Valega (A. F. Porto)

Golos: Miguel Neves (10 minutos) - 0-1, Bruno Matias (13 minutos) - 0-2, Rogério p.b. (33 minutos) - 0-3.

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Duarte Machado (32 minutos), João Fonseca (54 e 68 minutos) e Gamarra (85 minutos).
Cartões Vermelhos - João Fonseca (68 minutos) por acumulação.

Classificação após a 15ª Jornada:

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

2ª C: C Operário D 1 - S C Penalva do Castelo 1



21 de Dezembro de 2008
Campo João Gualberto Borges (Lagoa - Ilha São Miguel (Açores))




Penalva leva dos Açores um ponto!! Num jogo que teve de quase tudo um pouco, o Penalva consegue um empate!!

Jogava-se a 14ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na cidade de Lagoa (pertencente a ilha de São Miguel - Açores), a equipa local, Clube Operário Desportivo (18 pontos), perante a equipa do Sport Clube Penalva do Castelo (10 pontos).
Naturalmente este jogo serviria para a procura de pontos, por parte da equipa penalvense, que nos jogo fora de portas, até tem conseguído pontuar, para ainda "alimentar a esperança de alcançar o desejável grupo dos seis primeiros classificados.
A equipa penalvense, naturalmente iria encontrar muitas dificuldades, dado a valor desta equipa açoriana.
A equipa do penalvense iria se apresentar com algumas alterações no seu onze, principalmente na defesa, dado o impedimento físico de alguns atletas à disposição de Carlos Agostinho, apresentando um conjunto bastante coeso na defesa, explorando o contra-ataque para assim subir no terreno e criar lances de golo.
A equipa do Operário naturalmente, comandada por Francisco Agatão anteviu as dificuldades confirmaram-se com o decorrer do encontro, pois os penalvenses foram uma equipa defensiva na primeira parte sobretudo, procurando tapar os caminhos para a sua baliza, espreitando o contra-ataque, contudo sem levar verdadeiras situações de perigo para a baliza de Serrão.
Os fabris entraram no jogo a querer assumir o domínio e, aos 12 minutos, Amaral esteve perto do golo. O remate, a passe de James, foi cair nas malhas superiores. Estava dado o primeiro sinal de perigo. Depois, para infelicidade do Operário, Cordeiro, na tentativa de chegar à bola, esticou em demasia a perna direita e estatelou-se de imediato no relvado. A substituição forçada, foi assim inevitável.
Nuno Lopes cheirou o golo perto do intervalo mas após ganhar posição sobre a esquerda rematou ao lado da baliza defendida por Nuno Oliveira.
O empate ao intervalo era um pouco lisonjeiro para os forasteiros mas esta condição haveria de se alterar no final da contenda. O segundo tempo começou como o primeiro, ou seja, com os da casa à procura do golo, e uma mão de Paulo Listra na bola na grande área penalvense, proporcionou a Hugo Grilo a tentativa de converter o castigo máximo. Porém, o defesa atirou fraco e permitiu a defesa de Nuno Oliveira.
Praticamente a papel químico a segunda grande penalidade da partida: livre de Ricardo Santos e nova mão na área, em que ficaram algumas dúvidas. Desta vez foi Fabrício a tentar a conversão e não desperdiçou a oportunidade (1-0). O Operário colocava-se, com justiça, na frente do marcador.
Mas porque um azar nunca vem só, James, aos 83 minutos, foi tocado por trás por um adversário. Uma falta que colocou o brasileiro fora da partida, isto numa altura em que Fabrício já tinha sido expulso por acumulação de amarelos por… protestar duas vezes com o árbitro. Por mais incorrectas que sejam as decisões do juiz, os jogadores não podem dar-se ao luxo de ripostar e condicionar todo o trabalho do colectivo.
Com menos uma unidade e sem James, os fabris recuaram na defesa, defendendo a magra vantagem, deixando o ataque entregue a Fábio Pires. O Penalva do Castelo acreditou que poderia chegar ao empate e tirou partido dos espaços livres para marcar. Rogério, aos 86 minutos, apareceu ao primeiro poste solto de marcação a enviar a bola para o fundo das redes de Serrão, após livre.
O cenário ficou ainda mais negro para o Operário, que ficou reduzido a mais uma unidade, quando Ricardo Santos impediu à margem das leis que um adversário se isolasse. O árbitro puxou do amarelo (o segundo) e o médio também foi tomar banho mais cedo. O resultado não sofreu mais alterações.
Numa partida fraca, que acabou por ter muitas "peripécias", os penalvenses conseguíram um ponto, que sempre é positivo para a sua soma, chegando aos 11 pontos.
Quando ao trabalho da equipa de arbitragem, chefiada por Luís Estrela, que viajou de Lisboa, um trabalho irregular.

Clube Operário Desportivo alinhou com:
Serrão, Luís Soares, Hugo Grilo, Bruno Melo, Hector Giraudo, Cordeiro (Nuno Lopes - 19 minutos), Lucas, Ricardo Santos, Amaral (Fábio Pires - 70 minutos), Fabrício e James (Jorginho - 84 minutos).
Treinador: Francisco Agatão

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Oliveira, Elias, Rogério, Sérgio Pote, Vítor Hugo (Carvalhinho - 66 minutos), Beaud (Bruno Loureiro - 77 minutos), Gamarra, André Barra (Tó-Jó - 60 minutos), Paulo Listra, Tomé e Rodrigo.
Treinador: Carlos Agostinho

Árbitro de Jogo: Luís Estrela (A. F. Lisboa)

Golos: Fabrício (58 minutos - g.p. (1-0)) e Rogério (86 minutos (1-1)).

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Fabrício (13 e 76 minutos), Nuno Lopes (38 minutos), Vítor Hugo (45+1 minutos), Paulo Listra (51 minutos), Sérgio Pote (55 minutos) e Ricardo Santos (86 e 90+1 minutos).
Cartões Vermelhos - por acumulação, a Fabrício (76 minutos) e Ricardo Santos (90+1 minutos).

Classificação após a 14ª Jornada:

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

2ª C: Penalva do Castelo 1 - Oliveira do Bairro 3



14 de Dezembro de 2008
Parque Desportivo de Santa Ana (Penalva do Castelo)

Cerca de 200 pessoas de Assistência



Penalva desperdiça pontos em casa!! Resultado premeia a eficácia do Oliveira do Bairro!!

Jogava-se a 13ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Penalva do Castelo, a equipa local, Sport Clube Penalva do Castelo (10 pontos), perante a equipa do Oliveira do Bairro Sport Clube (11 pontos). Não estando propriamente uma tarde agradável, em termos de temperatura, apostava-se num desafio bem equilibrado e dado os resultados de confrontos recentes destas duas equipas, com grau de dificuldade elevado para os Penalvenses.

Primeiros 15 minutos da partida foram "mornos", com a equipa do Penalva a levar ligeiro ascendente, contudo sem criar grande perigo junto do ultimo reduto do Oliveira do Bairro.
O Oliveira do Bairro contudo, a partir deste periodo, instalou-se no meio campo do Penalva criando algum perigo, principalmente jogando rápido pelas alas, para o homem mais avançado dos bairantinos (Luís Barreto, um jogador muito irrequieto, jogando de uma forma um pouco matreira, muito perigoso nas suas acções ofensivas).
Passavam 21 minutos, surge o primeiro grande momento do jogo, depois de uma boa troca de bola entre o ataque do Oliveira do Bairro do lado direito, Luís Barreto ganha boa posição perante Nuno Oliveira, guarda-redes do Penalva, já em cima da pequena área, sendo carregado em falta por Belo, com o arbitro da partida a assinalar falta, para a grande penalidade, chamado a marcar a respectiva grande penalidade, Carlos Miguel, um jogador muito experiente, remata fora do alcance de Nuno Oliveira, estando feito o golo inaugural da partida (0-1).
Tentou o Penalva, já em desvantagem, reagir, contudo não conseguindo ainda sacudir a pressão dos homens da Bairrada.
Carlos Agostinho, certamente não contente com o rumo dos acontecimentos, mexe na sua equipa, entrando Carvalhinho, de certa maneira, veio dar um pouco de mais animo no jogo do Penalva, conseguindo então sacudir a pressão, criando alguns lances de relativo perigo junto de Mário Júlio, aos 38 minutos remate de longa distância de Gamarra, para a figura do guarda-redes, aos 39 minutos, novamente algum perigo na baliza adversária, aos 45+1, num livre directo, cobrado por Gamarra, contra a barreira, com a bola a sobrar para Elias, que na recarga, já em boa posição perante Mário Júlio, remata um pouco a figura e para finalizar a primeira parte, mais uma, esta soberana hipótese de empatar a partida, quando Tó-Jó ganha boa posição, já direccionado para a baliza a guarda de Mário Júlio, já dentro da grande área, a rematar ao lado.
Intervalo na partida, com o resultado de uma bola a zero, vantagem para o Oliveira do Bairro, que melhor aproveitou a oportunidade que dispôs.
A segunda parte a começar, um pouco como a primeira, com ligeiro ascendente do Penalva, que quando dispôs de um livre já perto da grande área do Oliveira do Bairro, o livre a embater contra a barreira, sobrando no imediato para um jogador do Oliveira do Bairro, que lança logo Luís Barreto, que com a sua velocidade, ganha posição, isolando-se, e a saída de Nuno Oliveira, desviando da melhor maneira, para o fundo da baliza, estavam passados 57 minutos (0-2). Sem dúvida que este golo veio novamente premiar a eficácia dos bairrantinos, e assim aproveitar os erros do adversário.
A partir daqui o Oliveira do Bairro ia-se limitar a controlar o jogo, segurando a vantagem que tinha ate então obtido, jogando preferencialmente em contra-ataque.
O Penalva começou então a insistir frequentemente, começando a dar algum fruto aos 68 minutos, quando Carvalhinho teve muito perto de marcar, quando "apanha" um passe da direita do ataque penalvense, e remata forte direcionado para a baliza, mas um defesa salva mesmo em cima da linha, quando Mário Júlio já estava batido.
Aos 75 minutos, o Oliveira do Bairro, sem muito o justificar, vai aumentar a sua contagem, numa falta obtida a entrada da grande área da defesa penalvense, ganha um livre directo, na cobrança, Tó Miguel, outro jogador muito experiente, remata com sucesso, por cima da barreira, a bola a ganhar uma trajectória "enganadora", a bater novamente Nuno Oliveira (0-3).
Com o resultado praticamente feito, o Penalva não desistiu, e continuou a insistir, com a obtenção de um remate à barra, quando Gamarra desfere um remate forte de longa distância, não encontrando a melhor sorte.
Aos 87 minutos, chega "finalmente" o momento de glória de jogo dos penalvenses, um pouco já tardio, quando Gamarra, num livre directo a baliza de Mário Júlio, remata, com a bola a embater ligeiramente num defensor do Oliveira do Bairro, entrando na baliza, premiando o esforço de tentar virar o resultado desfavorável para os penalvenses.
Eram dados mais 4 minutos de compensação, sem mais nada de relevante a assinalar.
Final da partida, vitória do Oliveira do Bairro por 3 bolas a 1, perante o Penalva do Castelo.
Vitoria dos bairrantinos, "arrancada" através da eficácia demonstrada neste jogo, contudo, aceitando-se mais a diferença mínima.
Quanto ao Penalva, uma derrota em casa que não fica nada bem, tendo em conta que se ganhava este encontro ultrapassava este adversário e assim se aproximava dos primeiros 6 classificados. Não sendo feliz neste encontro, em que teve momentos bons durante a partida, com a sorte também a não estar do seu lado.
Acreditamos seriamente que o Penalva conseguirá melhores resultados brevemente, só restando desejar, para uma boa representação do distrito de Viseu nos nacionais, que o consiga, o mais breve possível, em na próxima jornada se desloca ao arquipélago dos Açores, mais propriamente à ilha de São Miguel, para defrontar o Operário (21 de Dezembro de 2008).
Quanto ao trabalho da equipa da arbitragem, que viajou do distrito de Portalegre, um trabalho razoável.

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Oliveira, Elias, Rogério, Élio, Belo (Sérgio Pote - 77 minutos), Beaud (Carvalhinho - 35 minutos), Gamarra, Paulo Listra, Tomé, Tó-Jó (capitão) e Rodrigo (Bruno Loureiro - 59 minutos).
Suplentes Não Utilizados:
Nuno Morais, Vitor Hugo, André Barra e Coquinho.
Treinador: Carlos Agostinho

Oliveira do Bairro Sport Clube alinhou com:
Mário Júlio, Paulo Costa (capitão), Branco, Rui Castro, Leandro, Carlos Miguel (Jean - 46 minutos), Nelson Rato (Miguel Tomás - 77 minutos), Dani (Pedro Cruz - 70 minutos), Hugo Paulo, Tó Miguel e Luís Barreto.
Suplentes Não Utilizados:
Ivo, Fábio, Justiça e Xavier.
Treinador: Amorim Nunes

Árbitro de Jogo: Ricardo Lourenço (A. F. Portalegre)

Golos: Carlos Miguel (22 minutos - 0-1), Luís Barreto (57 minutos - 0-2), Tó Miguel (75 minutos - 0-3) e Gamarra (87 minutos - 1-3).

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos: Belo (21 minutos), Paulo Costa (29 minutos), Jean (55 minutos), Carvalhinho (71 minutos), Rui Castro (86 minutos).

2ª C: F C Pampilhosa 1 - S C Penalva do Castelo 1


30 de Novembro de 2008
Campo Germano Godinho (Pampilhosa - Mealhada)

Cerca de 350 pessoas de Assistência



Jogo muito disputado!! Atitude e Garra poderiam ter dado outro resultado para os Penalvenses!!

Jogava-se a 12ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Pampilhosa, concelho de Mealhada, a equipa local, a equipa do Futebol Clube da Pampilhosa, perante a equipa do Sport Clube Penalva do Castelo.

Jogar no Campo Germano Godinho é sempre muito complicado. A Pampilhosa costuma fazer do factor casa o seu forte nos campeonatos que disputa e o Penalva do Castelo sabia das dificuldades que teria pela frente nesta partida. No entanto, a excelente réplica dos penalvenses deu um cariz bem diferente ao encontro.
Os ‘pupilos’ de Carlos Agostinho cedo mostraram a verdadeira intenção do clube para esta partida e a garra e atitude que demonstraram ao longo dos noventa minutos merecia, de facto, outro resultado.
Com uma defesa muito remodelada, o Penalva dominou os primeiros dez minutos mas viu a Pampilhosa equilibrar após esse período. Ainda assim, e até ao intervalo, foram claramente os visitantes quem criaram as melhores situações de golo. Aos 17 minutos ocorreu a mais flagrante. Rodrigo, pela esquerda do ataque, atirou rasteiro ao lado do poste, com um remate forte e cruzado. Pouco depois, Belo serviu Paulo Listra e este atirou à figura do guarda-redes Eduardo.
A Pampilhosa respondeu por Penela que, num remate forte, permitiu defesa a Nuno Oliveira.
Ao intervalo o resultado era justo e com bom trabalho do árbitro.
No segundo tempo a Pampilhosa entrou com vontade de decidir o encontro mas a ‘turma’ forasteira continuou bastante segura. Porém, os da casa chegariam mesmo ao golo no minuto 69’ com Luís Miguel a facturar após excelente jogada de entendimento entre Hélder e Pedro Fontes.
Os penalvenses não baixaram os braços e aos 77 minutos, Rodrigo atirou de livre e o defesa Rogério subiu à grande área para, com um bom cabeceamento, empatar a partida.
O ‘caso’ do jogo, e que manchou a excelente prestação do árbitro, aconteceu ao minuto 83. Tomé corria isolado, na ‘cara’ do guarda-redes, quando, já dentro da grande área, sofreu um toque de um adversário contrário pelas costas e caiu. Marco Gomes, de Leiria, não entendeu marcar a grande penalidade que nos pareceu evidente e perdeu-se assim uma oportunidade que, quiçá, daria o triunfo mais que justo ao Penalva do Castelo (MLS, 2008)
Próxima jornada, a equipa do Penalva recebe o Oliveira do Bairro, partida marcada para 14 de Dezembro de 2008.

Futebol Clube da Pampilhosa alinhou com:
Eduardo, Hélder Ferreira (Lito - 79 minutos), André Costa, Nuno Cruz, João Pinto, Hugo Simões, Pedro Penela, Bébé, Tiago Terroso, Pedro Fontes e Luís Miguel.
Suplentes Não Utilizados:
Vitor, Graça, Diogo, Yannick, Hernâni e Fredson.
Treinador: Fernando Niza

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Oliveira, Rogério, Sérgio Pote (Tomé - 74 minutos), Saraiva, Belo, Beaud, André Barra (Carvalhinho - 70 minutos), Gamarra, Tó-Jó (capitão), Paulo Listra e Rodrigo (Élio - 83 minutos).
Suplentes Não Utilizados:
Nuno Morais, Vitor Hugo, Elias e Bruno Loureiro.
Treinador: Carlos Agostinho

Árbitro de Jogo: Marco Gomes (A. F. Leiria)

Golos: Luís Miguel (69 minutos - 1-0) e Rogério (77 minutos - 1-1).

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Gamarra (36 minutos), Pedro Penela (55 minutos), André Barra (65 minutos) e Élio (84 minutos).

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

2ª C: União D da Serra 2 - S C Penalva do Castelo 0



23 de Novembro de 2008
Campo da Portela (Santa Catarina da Serra - Leiria)

Cerca de 350 pessoas de Assistência



Penalva do Castelo não pontua!! Cabeceios foram fatais!!

Jogava-se a 10ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Santa Catarina da Serra, concelho de Leiria, a equipa local, a equipa do União Desportiva da Serra (pertencente a Associação de Futebol de Leiria), vila que dista de 39,80 km² de área e 3 962 habitantes (2001), estreando-se esta época na 2ª Divisão Nacional, perante a equipa do Sport Clube Penalva do Castelo.

Os Penalvenses tinham pela frente um "teste" ou desafio muito complicado para pontuar, dado o valor que esta equipa tem demonstrado, e logo na sua estreia nesta divisão.

O jogo tem um ínicio morno, com as equipas a "estudarem-se", mas logo aos 3 minutos, o União da Serra mostra perigo, num remate descaído da direita do seu ataque, através de Pedro Mendes.
Assim os primeiros 15 minutos, tiveram equilíbrio, entrando um pouco melhor o União da Serra com o primeiro remate efectuado com perigo, o Penalva soube reagir bem, explorando sobretudo passes compridos, para a velocidade de Rodrigo, sem contudo criar perigo junto da baliza adversária.
Aos 21 minutos surge o golo do União da Serra, lançamento lateral no lado direito do ataque, um jogador cruza para o interior da grande área, onde Pimenta aparece a cabecear da melhor maneira, com muita colocação, conseguindo ganhar nas alturas à defesa penalvense (1-0).
O Penalva não conseguía responder, e assim o União da Serra voltou a carga, aos 26 minutos, Pimenta no meio campo, efectua um excelente passe para as costas do defensor esquerdo penalvense, onde aparece um jogador a cruzar com as medidas certas, para o interior da grande área, onde aparece André, com um excelente cabeceio, a tornar novamente a marcar para os visitados (2-0).
O União da Serra passava pelo seu melhor período, durante todo o jogo, em que a equipa do Penalva teve mais dificuldade de expor o seu jogo. Até ao intervalo, não se registou assim lances de golo iminente, com os penalvenses ainda se aproximaram da baliza de Nuno Ribeiro, mas sem o perigo que permitisse reduzir o resultado.
Intervalo aos 45 minutos, com o resultado a fixar-se em 2-0, vantagem dos visitados, premiando sobretudo a eficácia demonstrada nas oportunidades que dispôs, na sua organização e no domínio que teve durante a primeira parte. Um resultado que se pode aceitar.
A segunda parte foi um pouco distinta da primeira, com o equilíbrio geral a dominar, com jogadas sempre repartidas.
O Penalva entrou bem na partida, tentando mudar o rumo dos acontecimentos, criando perigo, pelos 53 minutos, Rodrigo numa excelente arrancada pelo flanco direito do ataque penalvense, foge a defensiva, e já descaído faz um cruzamento/remate para a defesa atenta de Nuno Ribeiro, guarda-redes do União da Serra. Logo no minuto seguinte, o União da Serra responde, para não variar, de cabeça, a criar muito perigo, depois de um cruzamento efectuado fora da grande área.
O jogo a partir daqui (55 minutos) ficou numa toada mais serena, não se registando lances de verdadeiro perigo para as balizas. A equipa do União da Serra a jogar sem grandes pressas, resguardando a sua vantagem que trazia da primeira metade do jogo.
O jogo ficou menos interessante até ao final da partida, chegando-se aos 90 minutos, eram dados mais 4 minutos de compensação e o final da partida chegava.

Num balanço final, é um resultado que se aceita, mas a diferença mínima ajustava-se mais, sobretudo pela boa resposta do Penalva na segunda metade do jogo.
A equipa do Penalva a efectuar uma partida não muito bem conseguída, sobretudo em períodos da primeira parte, criando poucos lances de perigo para marcar golos e os lances aéreos a serem fatais para a sua defesa Do outro lado esteve uma equipa, que mesmo estando-se a estrear nesta divisão, demonstrou experiência e organização, aproveitando da melhor maneira as oportunidades criadas, jogando sobretudo pelo lado direito do seu ataque.
Esperança que a equipa do Penalva consiga recuperar a forma anímica, que com certeza será capaz de realizar melhor jogos. Na próxima jornada, os penalvenses ficam de folga, já que em virtude do abandono forçado do Abrantes, não tem jogo marcado, voltando ao activo dia 7 de Dezembro, onde visita o campo e a equipa do Pampilhosa.
Quanto à equipa de arbitragem, que viajou do distrito/associação de futebol de Évora, uma actuação, na sua globalidade, medíocre.

União Desportiva da Serra alinhou com:
Nuno Ribeiro, Ruas (Rui Costa - 63 minutos), Mota (capitão), Parracho, Morgado (Hugo Carvalho - 81 minutos), Marinho, Carioca, Pimenta (Joel - 70 minutos), Pedro Mendes, Marco Aurélio e André.
Suplentes Não Utilizados:
Pedro Duarte, Zim, Miguel Pinho e Mamadou.
Treinador: Ricardo Moura

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Mário Pedro, Rogério, Saraiva, Elias, Beaud (Bruno Loureiro - 81 minutos), Gamarra, Tomé (André Barra - 85 minutos), Paulo Listra, Tó-Jó (capitão) e Rodrigo.
Suplentes Não Utilizados:
Nuno Oliveira, Sérgio Pote, Carvalhinho, Vitor Hugo e André Silva.

Árbitro de Jogo: Luís Catita (A. F. Évora)

Golos: Pimenta (21 minutos - 1-0) e André (26 minutos - 2-0).

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos: Saraiva (9 minutos), Rodrigo (33 minutos), Elias (60 minutos), Rogério (69 minutos) e Parracho (84 minutos).

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

2ª C: S C Penalva do Castelo 2 - G D R Monsanto 2




16 de Novembro de 2008
Parque Desportivo de Santa Ana (Penalva do Castelo)

Cerca de 200 pessoas de Assistência



Resultado que se ajusta!! Um ponto para ambas as equipas!!

Jogava-se a 9ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Penalva do Castelo, a equipa local, Sport Clube Penalva do Castelo (8 pontos), perante a equipa do Grupo Desportivo e Recreativo de Monsanto (15 pontos). A equipa do G D R Monsanto (pertencente a Associação de Futebol de Santarém) que provém da freguesia de Monsanto, concelho de Alcanena, dista de 18,40 km² de área e cerca de 950 habitantes (2001), pertencente ao distrito de Santarém, estreia-se esta época na 2ª Divisão Nacional, fazendo a estreia em confrontos com o Sport Clube Penalva do Castelo neste jogo. Apostava-se num bom desafio, com grau de dificuldade elevado para os Penalvenses, tendo em conta que a equipa do Monsanto, está a rubricar ou a realizar até ao momento um excelente campeonato, mantendo-se ainda invicta ou seja, ainda nenhuma equipa levou de vencida esta equipa no campeonato, tendo então o Penalva uma prova de fogo, para mostrar o vale, e assim somar pontos, para a concretização dos seus objectivos.

Desde logo, a equipa do Monsanto apresentou-se em campo com bastantes caras "estrangeiras", com uma entrada muito boa no jogo, nas primeiras jogadas do desafio colocou-se logo em vantagem, ainda as equipas estavam a tentar assentar o seu jogo. Aos 4 minutos, Alex, o homem mais avançado do Monsanto a finalizar com sucesso um passe de um colega de equipa, perante a apatia inicial da defesa penalvense (0-1). Nada que fosse alterar os esquemas das equipas, já que volvidos poucos minutos depois, o Penalva consegue responder muito bem ao golo sofrido nos minutos iniciais, com Gamarra, de fora da área, tentando um remate surpresa, com muita colocação, surpreendendo Réné ( guarda redes do Monsanto), consegue empatar a partida, passava o minuto 11 da partida (1-1).
O jogo continuou a jogar-se equilibradamente, ataque dum lado e do outro, surguindo mais alguns minutos, até o Penalva conseguir marcar novamente, com Rodrigo a aproveitar uma bola cruzada para o interior da grande área, em que um defesa central do Monsanto não efectua o corte, e a bola fica a mercê de Rodrigo, que com o guarda-redes à sua frente, remata rasteiro, para o fundo da baliza do Monsanto, passava-se o minuto 16, premiando assim a eficácia penalvense até ao momento (2-1).
O jogo assentou um pouco, em que a equipa do Penalva não deixou o Monsanto responder ao golo sofrido e assim passou-se a jogar mais a meio campo.
Aos 21 minutos, foi novamente o Penalva a estar perto do golo, com um remate forte de Tomé na cobrança de um livre, a bola a passar muito perto do poste esquerdo da baliza do Réné.
O jogo sempre muito disputado, ficou numa toada morna, quando a oportunidades de golo, sensivelmente até ao intervalo, quando aos 43 minutos, o Monsanto dispôs de uma boa ocasião para empatar a partida, quando Alex, um jogador muito possante e perigoso, remata para fora, já perto da pequena área penalvense, depois de um cruzamento da esquerda atacante da equipa do Monsanto.
Com os 45 minutos a chegar, uma contrariedade para o treinador do Penalva, Carlos Agostinho, Belo fica lesionado com um choque com um atacante do Monsanto, saindo de campo sem as melhores condições físicas para continuar em jogo, entrando na partida Vitor Hugo, sem que no entanto se tenha alterado o esquema táctico.

Intervalo, com o resultado a fixar-se em 2-1, vantagem para a equipa da casa.
Numa analise à primeira parte, pode-se dizer que se assistiu a um jogo disputado, sempre de forma equilibrada, a traduzir-se em 3 golos, que premiou bem a eficácia das equipas, pelas poucas ou raras ocasiões de golo eminente. Aproveitou melhor a equipa do Penalva, que ao intervalo saía em vantagem, que depois de um ínicio a todo o gás da equipa do Monsanto, que logo se colocou em vantagem, o Penalva soube reagir muito bem, e dar a volta ao marcador.

A segunda começava, um pouco cópia da primeira, na primeira oportunidade ou aproximação da baliza à guarda de Nuno Morais, o Monsanto iria novamente marcar, Mirko, aproveita bem uma cruzamento do lado esquerdo do ataque, para o interior da grande área, em que um defesa do Penalva falha, facilitando assim, já que a bola ficou mesmo a mercê de Mirko que a escassos 2 metros de Nuno Morais só teve que desviar para fora do alcance de Nuno Morais, que nada poderia fazer, passava o minuto 47, o segundo da 2ª parte do desafio (2-2).
O resultado final já estava feito, faltando ainda a restante segunda parte, não se iria assistir a mais golos, sobretudo o jogo ficou disputado a meio campo, sem perder emoção, mas sem mais golos, sobretudo o perigo para as balizas surgiu maioritariamente através de remates de longa distância, tanto através de livres como jogadas corridas, sem se assistir a mais jogadas eminentes de golo.
O jogo foi caindo de ritmo, nomeadamente através de várias substituições efectuadas pelas equipas ou por jogadas incompletas das equipas.
90+3 minutos jogados e assim se assistia ao final do encontro.
Resultado final, empate a duas bolas (2-2).

Numa analise final ao resultado, ele traduziu-se numa igualdade e numa repartição de pontos para as duas equipas. Um resultado que se ajustou ao que se passou em campo, já que não houve supremacia de uma equipa sobre outra.
Quanto à equipa de arbitragem que viajou do distrito do Porto, um trabalho positivo ou uma boa arbitragem se assim quisermos dizer.
Uma partida bem disputada, com emoção, sobretudo durante a primeira parte, as equipas foram muito eficazes nas oportunidades que dispuseram. Resultado que traduz a soma de um ponto para ambas, o Penalva soma 9 pontos, enquanto o Monsanto somava 16 pontos (mantendo-se ainda invicta neste campeonato).
Quando a equipa do "nosso" distrito, esperemos que futuramente possa ter um pouco de mais sorte, e que consiga manter bons níveis exibicionais, para assim poder somar mais pontos, em que na próxima jornada se desloca ao campo do União da Serra, também ela uma equipa estreante nesta divisão, que está também a rubricar um excelente campeonato.
Boa continuação para a equipa penalvense.

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Mário Pedro, Rogério, Saraiva, Belo (Vitor Hugo - 45 minutos), Beaud, Gamarra, André Barra (Bruno Loureiro - 72 minutos), Tomé, Tó-Jó (capitão) e Rodrigo.
Suplentes Não Utilizados:
Nuno Oliveira, Élio, Elias, André Silva e Cabral.
Treinador: Carlos Agostinho

Grupo Desportivo e Recreativo de Monsanto alinhou com:
Réné, Bruno Ferreira, Filipe Carvalho (capitão), Pedro Nobre, Ito, Catita (Bruno Cruz - 58 minutos), Bruno Matos, Pedro Fazenda, Dany "Messi" (Moleiro - 87 minutos), Mirko (Jamerson - 75 minutos) e Alex.
Suplentes Não Utilizados:
Nuno Martins, João Magalhães, Nelson Rato e Milá.
Treinador: Vitor Alves

Árbitro de Jogo: Carlos Duarte (A. F. Porto)

Golos: Alex (4 minutos - 0-1), Gamarra (11 minutos - 1-1), Rodrigo (16 minutos - 2-1), Mirko (47 minutos - 2-2).

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos: Belo (30 minutos), Mirko (38 minutos), André Barra (59 minutos) e Ito (90+2 minutos).

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

2ª C: G D Tourizense 3 - S C Penalva do Castelo 0
























02 de Novembro de 2008
Parque Desportivo Visconde do Vinhal (Touriz - Tábua)

Cerca de 150 pessoas de Assistência


Jogava-se a 8ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na localidade de Touriz, concelho de Tábua, a equipa local, Grupo Desportivo Tourizense (5 pontos), perante a equipa do Sport Clube Penalva do Castelo (8 pontos).

Numa primeira analise, o Tourizense apresentou-se com várias novidades para este desafio, desde logo convém relembrar que esta equipa "funciona" como satélite da Académica (1ª Liga Nacional), servindo assim esta equipa como "rampa" de rodagem de jogadores que não são convocados para o desafio da equipa principal. Desde logo a equipa apresentou caras que podiam até então não ter alinhado ainda em desafios nesta divisão.

Naturalmente com estes argumentos, a equipa do Touriz apresentou-se para este desafio com armas que talvez o treinador da equipa visitante não contava.
Então desde cedo se reparou que esta equipa do Touriz tinha um principal argumento que a destinge das outras equipas, a capacidade ou a preparação física, sendo assim constituída basicamente por jogadores profissionais, jovens, com ambição de jogar em escalões superiores. Não foi de estranhar portanto que esta equipa, apresenta-se um futebol muito rápido, com trocas de bola e transposições defesa-ataque muito rápidas. Com uma entrada muito forte no jogo, o primeiro golo da partida apareceu logo aos 6 minutos, Tó-Mané remata cruzado, para fora do alcance de Nuno Morais, depois de criar espaço de remate dentro da grande área da defensiva do Penalva (1-0). O jogo continuou a dar sinal mais para o Tourizense, que com uma grande pressão exercida sobre os jogadores do Penalva, continuou a controlar o jogo, para apatia da equipa do Penalva, que não conseguía dar uma resposta que constituísse perigo para a defesa do Tourizense.
Aos 15 minutos, novamente o ataque do Touriz a criar muito perigo junto do ultimo reduto do Penalva, através de Licá que conseguiu espaço e ângulo de remate, depois de um cruzamento, desferindo um remate ao poste esquerdo da baliza do Penalva.
O jogo ficou um pouco mais equilibrado, contudo, com respostas "tímidas" a equipa do Penalva, que neste jogo se ia apresentando muito abaixo daquilo que estava a produzir ultimamente, em muito derivado ao mérito do adversário e por outro lado, uma tarde muito desinspirada dos "homens" comandados por Carlos Agostinho.
Até ao final da primeira parte, nada de muito relevante a assinalar. 45 minutos jogados (1-0).
Primeira parte dominada pelo Tourienze, que demonstrou uma enorme capacidade e preparação física, aliada a qualidade futebolística dos seus jogadores, principalmente Tó-Mané, Licá e Silvio. Com rápidas movimentações, com o "olho" sempre virado para a baliza à guarda de Nuno Morais, criando perigo principalmente pelas alas do seu ataque. Quando a equipa de Penalva, depois de uma entrada de rompante da equipa adversária conseguiu sacudir um pouco a pressão, contudo sem conseguir criar perigo junto da baliza à guarda de Barroca, tentando jogar em rápidos contra-ataques direccionados sobretudo para Rodrigo.
Resultado que se aceitava no final da 1ª parte, dado o caudal ofensivo e a predisposição da equipa do Touriz.

Reatamento da partida, um pouco cópia da primeira parte, uma entrada forte da equipa visitada, que voltou a marcar e assim a aumentar a vantagem para 2-0,com Licá a ser o protagonista, desferindo um reamte cruzado, muito colocado, fora do alcance de Nuno Morais, depois de um "roubo" de bola a Belo (acabado de entrar) no limite da grande área da defensiva do Penalva.

O jogo estava mais equilibrado, contudo continuou o pendor ofensivo a sobresair para a equipa do Touriz, que aos 62 minutos iria aumentar novamente o resultado e fixar o resultado final, em 3-0, depois da cobrança de um livre do lado direito do seu ataque, um primeiro jogador remata à barra da baliza, sobrando para a recarga de Tó-Mané, que assim fazia a seu segundo golo neste jogo, que assim aproveitou da melhor maneira a oportunidade criada (3-0).
A equipa do Penalva, à partir daí até conseguiu se libertar mais um pouco, conseguindo 2 remates consecutivos, Belo e Rodrigo respectivamente, com algum perigo para a baliza de Barroca, aos 64 e 67 minutos, que se registaram como os únicos que pudessem por em sentido a defesa do Touriz. Depois de algumas alterações em ambas as equipas, o jogo começou lentamente a perder interesse competitivo, não se registando até ao final mais lances de perigo. Nota para a expulsão de um jogador da "turma" de Penalva, Paulo Listra aos 80 minutos a ver o segundo amarelo no jogo (por protestos, no entender do arbitro do jogo) e o respectivo vermelho, que dava ordem de expulsão.

90+4 minutos jogados e final do encontro.
Resultado final, Tourizense 3 - Penalva 0.

Resultado que não sofre contestação, dada a sua justiça, depois da exibição da equipa do Touriz, que demonstrou neste jogo um enorme potencial, com um equipa muito rápida nos seus movimentos e trocas de bola, aliada à sua juventude, capacidade e preparação física, que se constitui como uma das principais características, que parecem "enganar" em muito a classificação que ocupam, no meu entender a principal candidata, a par do Fátima a conseguir o primeiro lugar desta série, que assim demonstraram argumentos para se impor a equipa do Penalva, que fez um jogo pouco conseguído, que teve muito dificuldade para "explanar" o seu futebol, portanto um jogo, abaixo daquilo que tem capacidade para fazer.
Esperemos que melhores dias venham para a equipa do Penalva, que convictamente é capaz de fazer melhor.

Quanto à equipa de arbitragem, que viajou do distrito de Lisboa, um exibição regular.

Próxima jornada, a realizar no dia 16 de Novembro, a equipa do Penalva a receber a equipa do Monsanto.

Grupo Desportivo Tourizense alinhou com:
Barroca, Xico, Rubén, Gomes, Luís Cláudio, André Fontes, Pedro Ribeiro (Traquina - 82 minutos), Kátio, Tó-Mané (Aguinaldo - 70 minutos), Sílvio (capitão) e Licá(Canas - 86 minutos).
Treinador: Zé Nando

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Rogério, Élio, Saraiva, Vitor Hugo (Belo - 46 minutos), Beaud, Gamarra, To- Jó (capitão), Paulo Listra, Tomé (Mário Pedro - 57 minutos) e Rodrigo (André Barra - 70 minutos).
Treinador: Carlos Agostinho

Árbitro de Jogo: Quitério Almeida (A. F. Lisboa)

Golos: Tó-Mané (6 minutos - 1-0 e 62 minutos 3-0) e Licá (49 minutos - 2-0).

Acção Disciplinar:
Cartões Amarelos - Rodrigo (2o minutos), Rogério (31 minutos), Paulo Listra (75 e 80 minutos) e Élio (88 minutos).
Cartões Vermelhos - Paulo Listra (80 minutos)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

2ª C: S C Penalva do Castelo 4 - S C Praiense 1











26 de Outubro de 2008
Parque Desportivo de Santa Ana (Penalva do Castelo)

Cerca de 250 pessoas de Assistência

Vitória sem contestação da equipa Penalvense

Jogava-se a 7ª jornada da época desportiva da 2ª Divisão (época 2008\2009), encontraram-se na vila de Penalva do Castelo, a equipa local, Sport Clube Penalva do Castelo (5 pontos), perante a equipa do Sport Clube Praiense (1 ponto), equipa açoriana, que viajou da ilha Terceira, que este época ascendeu à 2ª divisão nacional. A estreia em confrontos destas duas equipas se dava neste jogo.

Era com alguma expectactiva que se aguardava este jogo, já que o campeonato esteve parado, e era "curioso" ver se a "turma" de penalva iria continuar a recuperação na tabela geral, como assim a suas exibições, já que nas duas jornadas anteriores tinha pontuado e assim subindo na classificação geral.

Depois de um inicio de jogo algo expectante e com cautelas, a equipa penalvense acabou por perceber que poderia ganhar a esta equipa, que teoricamente luta pelo mesmo objectivo.
Assim não demorou a inaugurar o resultado, aos 16 minutos, num lance de borra corrida, Rodrigo surgiu em velocidade pelo lado esquerdo do ataque penalvense, e junto a linha de fundo centrou, com as medias certas para Paulo Listra cabecear com sucesso para o fundo da baliza à guarda de André (1-0). Reacção da equipa açoriana, mas sem encontrar as melhores soluções e sem grande convicção, enquanto que a turma do penalva continuou a procurar jogadas em velocidade, para assim atravessar a defensiva do Praiense, que demonstrou fragilidades. Então aos 28 minutos, depois de uma recuperação de bola a meio campo, Paulo Listra ultrapassa dois adversários mais próximos, isolando-se, que à saída do guarda-redes da equipa açoriana, rematou com sucesso para fazer o (2-0).
O Praiense não demonstrava grande capacidade de reacção, assim a turma de penalva continua com o domínio de jogo, que não fazendo um jogo de encher o olho, soube aproveitar os momentos certos e as fragilidades concedidas pela defesa açoriana para marcar os seus golos, ao fim ao cabo, soube ser inteligente, em grande parte devido a maior experiência acumulada pelos seus jogadores em relação a equipa açoriana, que demonstrou de facto, ter fragilidades para esta divisão e falta de experiência que se exige. A equipa açoriana até tem jogadores dotados, só que lhe falta mais maturidade de jogo e experiência para esta divisão.
Assim, antes do intervalo, registou-se mais um golo para a turma de penalva, aos 42 minutos, uma jogada de bom entendimento entre André Barra e Rodrigo, em que este último fica isolado à frente de André, rematando por cima do guarda-redes, fazendo com todo o mérito o (3-0), que materializada assim um resultado justo, na ida para o descanso da 1ª parte.

No reatamento, a equipa açoriana até entrou bem no jogo, aparecendo um pouco mais atrevida, explorando mais o ataque, de forma a reentrar na discussão do resultado, depois de 2 alterações realizadas ao intervalo, a equipa do Praiense marca o 3-1 à passagem dos 62 minutos, num livre directo, cobrado por Brito, Nuno Morais era batido, que foi surpreendido pela "inépcia" da sua defesa.
A equipa do penalva depois de entrar na segunda parte um pouco mais tranquila, percebeu que o resultado poderia estar ainda em causa, procurando assim reagir, é claro, com algumas prudências, para não ser novamente surpreendido. Assim, novamente num jogada em velocidade, Rodrigo faz um centro para a pequena área açoriana de forma primorosa, com Tó-Jó a aparecer de cabeça sem oposição da defesa a fazer o resultado final de 4-1, e a vantagem de 3 bolas, com que se chegou ao intervalo, passava os 72 minutos.
Registo ainda para uma atitude de reacção da equipa açoriana, de forma pouco esclarecedora e sem nunca causar muito perigo para a defensiva penalvense, com o nº 9 do Praiense em foco, o jogador mais dotado do ataque açoriano.
Até ao fim do encontro foi gerir o resultado por parte da equipa penalvense, para assim garantir a soma de 3 importantíssimos pontos, para a tabela final, em que o objectivo será certamente ficar nos 6 primeiros classificados.

Quanto à equipa de arbitragem, que viajou do distrito da Guarda, um jogo tranquilo, sem sobressaltos, que não teve necessidade de agir disciplinarmente, em que os jogadores em muito ajudaram, ou assim poderemos dizer que tiveram todo o mérito, que não complicaram e demonstraram muito "fair-play".

A equipa do penalva demonstrou neste jogo que está a subir de rendimento, em geral a equipa estave toda à altura do desafio, para o bem das suas gentes e do distrito de Viseu, que assim deseja essa continuação, que aliada a sua experiência soube aproveitar bem as ocasiões criadas neste jogo para fazer um resultado justo, contra uma equipa que luta pelos mesmos objectivos, que demonstrou algumas credenciais, contudo acusando demasiado a falta de experiência e "rodagem" nesta divisão e as suas fragilidades no sector defensivo.

Próxima jornada, dia 2 Novembro, a equipa de penalva visita o Tourizense.

Sport Clube Penalva do Castelo alinhou com:
Nuno Morais, Rogério, Élio, Saraiva, Belo, Gamarra, André Barra (Vitor Hugo - 73 minutos), Tojó (capitão) (Bruno - 84 minutos), Paulo Listra, Tomé e Rodrigo (Coquinho - 80 minutos).
Treinador: Carlos Agostinho

Sport Clube Praiense alinhou com:

André, Tiba, Mohamed, Márcio(capitão) , Rui Diogo ( Marco - 74 minutos), Laurindo, Queirós (Thiago - 46 minutos), Moreira (Luís Filipe - 46 minutos), Brito, André Luís e Anísio.
Treinador: Moisés Pacheco

Árbitro de Jogo: Renato Gonçalves (A. F. Guarda)

Golos: Paulo Listra (16 - 1-0 e 28 minutos - 2-0), Rodrigo (42 minutos) 3-0, Brito (62 minutos) 3-1 e Tó-Jó (72 minutos) 4-1.

Acção Disciplinar: Nada a registar